UM CHAMADO À CONSCIÊNCIA NACIONAL: POR UMA PÁTRIA LIVRE E AMADA
A política brasileira tomou um rumo sombrio após as
eleições de 2018. Com o ódio na política transformado em ferramenta de poder,
assistimos ao crescimento de um movimento desumano, articulado para dilapidar o
erário público e operar sem qualquer projeto concreto de país.
Em vez de propostas, adotou-se o uso intenso e calculado das redes sociais o chamado "escritório do ódio" para manipular e iludir a população. Pior ainda: muitos púlpitos de igrejas evangélicas foram transformados em palanques políticos, ferindo profundamente o sagrado. Espaços que deveriam promover paz, solidariedade e esperança passaram a serem dominados por discursos de intolerância, medo e mentira em total contradição aos ensinamentos de Cristo.
Professor Joelson Chaves de Queiroz
Acadêmico de Jornalismo
Porto Velho (RO), 2 de junho de 2026.
A LUTA CONTINUA.
O Brasil mergulhou, então, em um
verdadeiro período de trevas.
Durante a pandemia, milhares de vidas foram
perdidas. Muitas poderiam ter sido salvas, não fosse a negligência, a
desinformação e a completa falta de empatia por parte do governo federal.
Faltou oxigênio em hospitais, enquanto sobravam bravatas, negacionismo e
ataques à ciência. Houve até tentativas de corrupção na compra de vacinas
esquemas que só foram interrompidos graças à denúncia de servidores públicos
comprometidos com a verdade.
Na condução do país, o então presidente Bolsonaro
demonstrou desprezo absoluto por todos que discordavam de sua postura
agressiva, autoritária e desrespeitosa. A mentira tornou-se política de Estado.
Delegados da Polícia Federal foram substituídos com o objetivo de impedir
investigações contra seus filhos e aliados. Enquanto isso, a liberação
desenfreada de armas para CACs fortaleceu milícias e espalhou o medo em
comunidades periféricas e áreas rurais.
Mesmo com a alternância de poder, esse legado
obscuro ainda sobrevive. Parte da população, desinformada e vulnerável,
continua preferindo acreditar em memes, vídeos manipulados e no uso distorcido
da inteligência artificial, rejeitando fatos, evidências e o diálogo
democrático.
É triste constatar que muitos líderes religiosos
seguem manipulando fiéis, abandonando a essência da fé cristã em nome de
projetos pessoais de poder. O rebanho de Cristo tem sido em alguns casos,
conduzido por lobos em pele de pastor.
Apoiar, ainda hoje, Jair Bolsonaro e sua família
que chegaram e AINDA PEDEM aos EUA sanções contra o Brasil e defendem anistia
para golpistas juntamente com a extrema direita que atentaram contra a democracia
é um ato de traição à pátria. Ver extremistas levantando bandeiras dos Estados
Unidos dentro do Congresso Nacional é uma afronta direta à nossa soberania e à
Constituição Federal.
Esses grupos não defendem o Brasil. Ao contrário:
flertam com o emtreguismo, dispostos a ceder nossas riquezas naturais aos
interesses do imperialismo internacional, enquanto propagam um falso
nacionalismo, apenas da boca para fora.
Enquanto o presidente Lula e sua equipe buscam
reconstruir o país com políticas públicas voltadas para os mais pobres,
valorização da educação, proteção ambiental e promoção da paz, setores radicais
continuam propagando o ódio, distorcendo a fé e alimentando divisões que
dilaceram o tecido social.
Esses grupos, em vez de colaborar para um futuro
melhor, agem como âncoras do atraso negam a ciência, relativizam a democracia e
espalham mentiras para manter seus privilégios e manipular a opinião pública.
É hora de abrir os olhos.
Cristo não pregou armas, mentira ou violência.
Ele ensinou amor, justiça, perdão e solidariedade.
E é por esse caminho que devemos seguir.
Sejamos um só povo. Um só Brasil. Uma só voz em
defesa da verdade.
Nossa pátria merece mais. E o futuro exige consciência.
Professor Joelson Chaves de Queiroz
Acadêmico de Jornalismo
Porto Velho (RO), 2 de junho de 2026.
A LUTA CONTINUA.
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